Commit 114641b9 authored by Rafael Peretti Pezzi's avatar Rafael Peretti Pezzi

Ter Jan 5 16:56:14 BRST 2016

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......@@ -31,6 +31,7 @@ As tecnologias utilizadas em atividades meio são as ferramentas, técnicas e m
A categoria das tecnologias fim são os métodos, processos e instrumentos científicos desenvolvidos e utilizados nos laboratórios de pesquisa e laboratórios didáticos de ensino. Geralmente são tecnologias específicas para cada área do conhecimento.
O Centro de Tecnologia Acadêmica IF/UFRGS atua em ambas as frentes. As tecnologias meio empregadas pelo CTA são apresentadas na seção X, onde são apresentados os meios de comunicação do CTA e as dinâmica de grupo e reuniões, métodos de formação de comunidade, organização de ventos, documentação de projetos. As tecnologias da categoria fim do CTA são apresentadas na seção de exemplo de projetos documentados.
>:Definir a "seção X" caso já seja o momento para isso.
>:Trocar "organização de ventos" por "organização de eventos", a não ser que essa técnica tenha sido dominada por alguém. Favor documentar.
......@@ -91,9 +92,12 @@ São comuns as ilustrações das novas dinâmicas produtivas exemplificadas pela
>:Trocar "menos um compilador" por "ao menos um compilador", para um correto entendimento.
O próximo passo na construção colaborativa refere-se à construção colaborativa e distribuida de objetos tangíveis. Enquanto a infraestrutura física para a colaboração distribuida para o desenvolvimento de software e textos, os computadores, já é relativamente padronizada e acessível a uma parcela significativa da população, o mesmo não é verdade para ferramentas de desenho e fabricação de instrumentos e equipamentos físicos e seus insumos. Mais sobre isto aditante, na seção sobre infraestrutura.
>:Trocar "distr
>:Trocar "distribuida" por "distribuída" nas duas situações em que aparece, para uma correta acentuação.
>:Trocar "aditante" por "adiante", questao gramatical.
No que se refere ao software utilizado para projetar o hardware, este surge explicitamente na declaração dos princípios, copiada acima, onde aponta que as '''ferramentas de desenho devem ser livres'''. A segunda referência ao software é indireta. Pode-se ler na primeira seção da definição as orientações sobre os formatos dos arquivos da documentação do projeto, onde são indicados formatos que possam ser modificados e codificados em formatos abertos. Neste caso a indicação ao software livre que trata do formato aberto é indireta, mas também presente. O desenvolvimento de infraestrutura aberta para o desenho de fabricação de hardware livre e aberto é uma das linhas de ação do CTA, como descrita em seção dedicada a isto, a seguir.
>: Para mim, "a seguir" soa como "logo em seguida", então sugiro que seja omitida esta expressão ou seja numerada ou nomeada a seção.
Sem acesso a tal infraestrutura observamos um modelo centralizado de desenvolvimentos de projetos de hardware aberto onde o desenvolvimento é realizado por grandes contribuições realizadas por poucos indivíduos. Exemplos:
......@@ -102,9 +106,10 @@ Sem acesso a tal infraestrutura observamos um modelo centralizado de desenvolvim
* Arduino
* Repositório de hardware aberto do CERN
* Safecast (aqui podemos falar também de ciência cidadã.
>: Aqui ficou uma questão em aberto, a ideia é encerrar a seção com esses exemplos ou incluir um texto explicativo depois? Falar de ciência cidadã ou não?
**Para ser incluida na seção Infraestrutura:** Um grande passo na direção de popularização dos meios de fabricação distribuido está sendo feita pelo FabLabs, laboratórios de fabricação, que contam com máquinas de fabricação digital tais como Fresadoras de controle numérico computadorizado. Entretanto, o custo elevado das máquinas e a carência de padrões de arquivos e programas livres para desenho e modificação de projetos, a colaboração em larga escala ainda não é viável.
>: Incluir isto em "infraestrutura"
*** Referências: ***
......
## O Centro de Tecnologia Acadêmica
Criado em 2012 no Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IF/UFRGS), o Centro de Tecnologia Acadêmica tinha como objetivo inicial integrar os estudantes do curso recentemente criado de Engenharia Física com as atividades de ensino, pesquisa e extensão da universidade [^CTA-boas-Vindas]. Com o tempo, o Centro adquiriu um escopo maior, com a proposta de promover a disseminação e compartilhamento do conhecimento. Buscamos tais objetivos com a adoção e desenvolvimento de softwares e hardwares livres, fundamentada nas definições de liberdade do conhecimento.
>: Da maneira como a narrativa foi feita, parece que foi um processo sequencial: estudantes de engenharia física -> disseminação do do conhecimento -> softwares e hardwares livres. Mas todos esses elementos já estavam juntos desde os primórdios, apenas ganharam maturidade com o tempo. Modificaria a narrativa para que transmita essa ideia.
![Princípios do Centro de Tecnologia Acadêmica - CTA IF/UFRGS](./figuras/CTA_composto.png)
Percebemos uma associação intricada entre os princípios do CTA, pois o ensino só pode ser realizado de forma plena se houver a infraestrutura de hardware e software necessária, assim como o acesso e compreensão dos frutos do desenvolvimento científico. Já o desenvolvimento da ciência aberta só é possível se formos capazes de verificar as asserções propostas e de gerenciar as informações de forma aberta, com pessoas que trabalham e possuem conhecimento dos métodos e ferramental utilizado. O software e o hardware só podem ser verdadeiramente livres e abertos para proporcionar essa infraestrutura para a ciência e educação se forem desenvolvidos sobre ferramentas abertas e se o conhecimento para estudo e reprodução de tais for acessível. Essencialmente, a adoção e incentivo de todos os quatro temas são indispensáveis para a disseminação do conhecimento e é com isso em mente que agimos no CTA.
>: Trocar "intricada" ou "intrincada", por questão gramatical, mas pode ser substituída inclusive por outra expressão, como "complexa" ou "harmônica" ou "harmoniosa", pois julgo ser mais fiel ao sentido buscado.
Naturalmente, um grupo que se propõe a fomentar um rompimento com paradigmas culturais, tais como os científicos e educacionais mencionados, acaba se diferenciando também em diversos pontos de sua estrutura organizacional. Citamos a seguir algumas das práticas que realizamos usualmente:
>:Substituir "reprodução de tais for" por "reprodução de tais ferramentas for", por uma questao de clareza.
>:Quando é dito "todos os quatro temas", eu listaria eles para fixar essa ideia na mente do leitor, pois pode ficar vago ou mesmo quebrar a fluidez do texto.
Naturalmente, um grupo que se propõe a fomentar um rompimento com paradigmas culturais, tais como os científicos e educacionais mencionados, acaba se diferenciando também em diversos pontos de sua estrutura organizacional. Citamos a seguir algumas das práticas que realizamos usualmente:
>:Talvez substituir "rompimento com" por "reestruturação de" ou "uma nova postura com relação a" para ser mais palatável ou até para ter um sentido mais fiel. Mas talvez rompimento seja a melhor forma, ainda não estou bem certo.
* Site para documentar projetos
Localizada atualmente em http://cta.if.ufrgs.br, a página inicial do CTA dá acesso a várias atividades realizadas pelo grupo indicando, entre outros, lista de fóruns, página de suporte, projetos destacados e o "Cardápio de Projetos". A busca pelo desenvolvimento de uma página inicial clara, interessante e simples tem tido grandes avanços no último ano, mas tem se mostrado um desafio. Inspirado no Repositório de Hardware Aberto do CERN [^OHWR], o site do CTA tem instalado um sistema de gestão de projetos chamado ChiliProject [^chiliproject]. A maior parte do site do CTA é wiki, ou seja, é editável pelos usuários cadastrados no site e no CTA o cadastro é permitido para qualquer indivíduo (outro desafio é o gerenciamento de cadastros, pois spammers são muito comuns em páginas wiki). Basicamente, as estruturas do site se organizam sob projetos de forma que cada projeto contém uma Wiki, sistema de tarefas, fórum, repositório de arquivos, entre outras funcionalidades que facilitam a organização de equipes de desenvolvimento bem como a estruturação de um espaço para comunicação entre todos interessados no projeto.
Localizada atualmente em http://cta.if.ufrgs.br, a página inicial do CTA dá acesso a várias atividades realizadas pelo grupo indicando, entre outros, lista de fóruns, página de suporte, projetos destacados e o "Cardápio de Projetos". A busca pelo desenvolvimento de uma página inicial clara, interessante e simples tem tido grandes avanços no último ano, mas tem se mostrado um desafio. Inspirado no Repositório de Hardware Aberto do CERN [^OHWR], o site do CTA tem instalado um sistema de gestão de projetos chamado ChiliProject [^chiliproject]. A maior parte do site do CTA é wiki, ou seja, é editável pelos usuários cadastrados no site e no CTA o cadastro é permitido para qualquer indivíduo (outro desafio é o gerenciamento de cadastros, pois spammers são muito comuns em páginas wiki). Basicamente, as estruturas do site se organizam sob projetos de forma que cada projeto contém uma Wiki, sistema de tarefas, fórum, repositório de arquivos, entre outras funcionalidades que facilitam a organização de equipes de desenvolvimento bem como a estruturação de um espaço para comunicação entre todos interessados no projeto.
>: Se me permite o alto teor de chatice (ou exigência, dependendo da tua gentileza), eu acredito que o mais aceito por todos os falantes seria "todos os interessados" e não "todos interessados". Mas nao tenho certeza.
* Fóruns
......@@ -20,6 +27,11 @@ Cada projeto pode possuir seu fórum para discussão online, bastando que um man
* Dinâmica de reuniões
Realizamos encontros semanais, tais encontros são abertos para participação de qualquer interessado e um dos objetivos futuros é proporcionar a participação online das reuniões, de forma a tornar a reunião mais inclusiva. Nossos encontros se iniciam por uma apresentação. Essas apresentações têm cunhos variados, nelas são expostos desenvolvimentos de trabalho, realizamos discussões de fundamentos e diretrizes de trabalho, apresentamos palestras diversas, expomos resultados de estudos de casos e conhecemos trabalhos desenvolvidos externamente - as apresentações são dos participantes usuais das reuniões ou, como acontece frequentemente, de algum convidado especial para a apresentação. Em cada reunião selecionamos um gestor, que ficará encarregado de reunir temas para a pauta, coordenar a reunião e selecionar a apresentação, que costuma ser determinada na reunião anterior ou durante a semana. Cada reunião tem sua pauta e seus encaminhamentos expostos no fórum de suporte, nos "Encontros Periódicos" [^encontros_CTA]. Nessa dinâmica de reunião, observamos como alguns pontos positivos os fatos de que cada participante da reunião assume diversos papeis em reuniões diferentes - de forma que adquire experiência em papeis como o de gestor da reunião e também de forma a variar a carga e tipo de trabalho dos participantes, pois assim não há alguém que deve desempenhar o mesmo papel todas as semanas - assim como o fato de que os assuntos expostos nas apresentações permanecem atualizados, de forma que os apresentadores adquirem maturidade na apresentação de seus temas e recebem sugestões para encaminhamentos futuros.
>: Fiquei confuso quanto ao que significa "selecionar a apresentação", pois tipicamente é selecionado por todes.
>: Eu incluiria redigir e organizar a pauta como atribuição do gestor.
>: Trocar "papeis" por papéis", para um correta acentuação nas duas situações em que aparece.
* Lista de e-mails
......
......@@ -25,10 +25,22 @@ O trabalho conjunto no desenvolvimento de um negócio catalisa a inovação e su
Fatores como o alto custo do desenvolvimento tecnológico e o aspecto volátil da sobrevivência de novos produtos no mercado incentivam a abertura de empreendimentos. Isso ocorre em função de que nesse processo o fardo desses fatores é sustentado pelos diversos colaboradores do negócio. Isso significa que o empreendedorismo aberto também simplifica todo o processo de inovação. Além disso, como afirmado por Koschatzky, firmas tendem a sofrer uma diminuição na sua habilidade de se relacionar externamente com outras organizações e também reduzem sua base de conhecimentos a longo prazo quando não cooperam nem trocam informações. Dessa forma, pode-se dizer que o crescimento de um empreendimento pode ser acentuado através de processos abertos de desenvolvimento.
>: acho que esse "Koschatzky" precisa de uma referência, pelo menos o ano em que ele/ela afirmou isso.
>:: Tem as referências no final, mas não estão citadas no texto.
O sucesso dos modelos de negócio abertos vem sido notado em organizações de diversos portes no mundo. Empresas relativamente recentes, tais como Adafruit e SparkFun, têm recebido um faturamento bilionário em negócios colaborativos utilizando hardware aberto. Também há empresas transnacionais que têm aberto de forma gradativa seus projetos, tais como P&G e IBM, e obtido resultados positivos, apesar da mudança brusca do status quo. No Brasil, o avanço ainda é mais tímido, porém algumas iniciativas similares às já citadas obtêm êxito considerável em suas práticas. Um exemplo a ser destacado(de iniciativas em empreendedorismo aberto), é a da Incubadora Virtual da Universidade de São Paulo, que inspira-se nos projetos Wikipedia e SourceForge, que cria um espaço para inovação de forma colaborativa na parte de conteúdos virtuais. Ela busca abrangir tanto as esferas sociais quanto tecnológicas e acadêmicas.
>: creio ser necessário uma referência para confirmar este "faturamento bilionário", melhor ainda seria se tivéssemos números mais exatos, tipo o faturamento em 2015 ou 2014, ou qualquer 2000
>: que tal trocar faturamento bili por mercado em plena expansão, caso não tenham numeros?
Um desafio a ser superado reside em desmentir a ideia de que a abertura de um empreendimento o faz perder o propósito de lucrar. De forma alguma isso acontece, tendo em vista os casos de prosperidade mencionados anteriormente. Isso remete também à distinção de abertura e liberdade para gratuidade. Também é preciso reformular o uso de licenças no desenvolvimento de produtos, de forma a incentivar a cooperação.
>: creio não ser possívil afirmar que "deforma alguma isso acontece", pois pode acontecer. Talvez seja melhorar reformular para algo como "como mostrado pelos casos mencionandos, isso não é uma regra" e tals
>: se der tempo, acho que a frase "também é preciso reformular. . ." deveria ser mais trabalhada e se tornar um parágrafo intreiro
O Centro de Tecnologia Acadêmica disponibiliza suas tecnologias e ferramentas para o empreendedorismo aberto, procurando recentemente aprofundar o conhecimento do desenvolvimento de economias colaborativas e sua inserção em suas redondezas. Nesse âmbito, ele também empreende no ramo da ciência aberta em seus projetos, abrindo caminho para qualquer um que procure colaborar. Assim, o Centro atende a mais um propósito da cultura livre, que é de gerar desenvolvimento local através do conhecimento aberto e das tecnologias livres.
......
......@@ -21,13 +21,16 @@ Uma documentação de qualidade, incluindo a sua disponibilidade e reprodutibili
Se por um lado diversas vertentes de abertura e liberdade do conhecimento surgiram a partir dos ideais de software livre, por outro, estas diferentes vertentes têm alguma dificuldade em encontrar um ponto comum de atuação. Por exemplo, muitos entusiastas de hardware aberto e livre não necessariamente prezam pelo uso de software livre para a realização de seus projetos, assim como é comum defensores de recursos educacionais abertos utilizarem plataformas proprietárias para produzir e distribuir seus materiais didáticos sob licenças permissivas. A fim de construir uma base conceitual para o ponto em comum entre todas as vertentes de conhecimento aberto, do software, aos materiais multimídias e os equipamentos, foi criado o conceito de hiperobjeto[^PEZZI-CA2015]. Hiperobjeto pode ser entendido como a interseção entre Hardware livre, software livre e documentação livre, ou seja, é um objeto que foi criado com ferramentas livres (software livre), pode ser utilizado com software livre e sua documentação é livre. A documentação livre é mais ampla do que a documentação necessária para estudar, modificar, distribuir e fabricar o equipamento. Ela inclui também manuais de uso, guias de atividades e aplicações em contextos de educação e ciência aberta. Isto é, integra o hiperobjeto todo o material produzido relacionado ao hiperobjeto foi disponibilizado pelos autores em conformidade com as definições de obras culturais livres e de conhecimento aberto. [^esc]
: confesso que não entendi o "ferramentas livres (software livre)", estamos falando de todas as ferramentas livres, do software a fresadora, certo?
: na última frase, "Isto é, integra o hiperobjeto . . ." , parece que falta algo antes do "foi"
>: confesso que não entendi o "ferramentas livres (software livre)", estamos falando de todas as ferramentas livres, do software a fresadora, certo?
>: na última frase, "Isto é, integra o hiperobjeto . . ." , parece que falta algo antes do "foi"
![Hiperobjetos](./figuras/hiperobjeto.png)
Outro ponto de destaque os princípios declarados na definição de hardware aberto refere-se à infraestrutura necessária para a fabricação do instrumento. A infraestrutura ideal para a fabricação de instrumentos livres são máquinas de fabricação digital, também chamada de máquina de fabricação personalizadas, e estão em pleno desenvolvimento. Integradas com uma estação de desenho e projetos dos componentes é chamada de **Bancada dos Hiperobjetos**.
>: **Para ser incluida na seção Infraestrutura:** Um grande passo na direção de popularização dos meios de fabricação distribuido está sendo feita pelo FabLabs, laboratórios de fabricação, que contam com máquinas de fabricação digital tais como Fresadoras de controle numérico computadorizado. Entretanto, o custo elevado das máquinas e a carência de padrões de arquivos e programas livres para desenho e modificação de projetos, a colaboração em larga escala ainda não é viável.
>: Incluir isto em "infraestrutura"
### A Bancada dos hiperobjetos:
- Ferramentas livres para desenho e documentação aberta de hardware
......
......@@ -39,13 +39,13 @@ Dessa necessidade surge o projeto da Estação Metereológica Modular (EMM), uma
A documentação é feita na wiki do site[^EMM-wiki] e parte do desenvolvimento é feito no GitLab[^EMM-gitlab], um software livre que opera como um gerenciador de repositórios de software. Membros do CTA, laboratórios parceiros e contribuidores externos utilizam estes instrumentos para desenvolver a EMM de maneira colaborativa. O uso do fórum possibilita que pessoas interessadas na EMM perguntem e sugiram alterações no projeto. O próprio modelo de wiki permite que qualquer usuário cadastrado no site do CTA contribua diretamente com o projeto, seja corrigindo problemas, seja compartilhando novas versões.
A EMM é composta de várias partes, tanto materiais quanto virtuais. Os passos necessários para montar cada parte estão documentados, do harware ao software, e toda documentação é distribuída sob a licença Creative Commons BY-SA 4.0. O firmware do Arduino e o código python para a coleta de dados estão abertos e podem ser encontrados no repositório[^EMM-metereolog02], onde podem ser estudados[^EMM-estudo].O desenho do suporte físico, desenhado pelos estudantes do CAp[^EMM-Suporte-Fisico], e os diagramas dos circuitos[^EMM-diagrama-circuito] também podems ser encontrados na wiki do projeto.
A EMM é composta de várias partes, tanto materiais quanto virtuais. Os passos necessários para montar cada parte estão documentados, do harware ao software, e toda documentação é distribuída sob a licença Creative Commons BY-SA 4.0. O firmware do Arduino e o código python para a coleta de dados estão abertos e podem ser encontrados no repositório[^EMM-metereolog02], onde podem ser estudados[^EMM-estudo].O desenho do suporte físico, desenhado pelos estudantes do CAp[^EMM-Suporte-Fisico], e os diagramas dos circuitos[^EMM-diagrama-circuito] também podem ser encontrados na wiki do projeto.
Para a criação de uma rede de coleta de dados é necessário também criar uma rede de cidadãos conscientes capazes de montar, calibrar e operar a EMM. Para o desenvolvimento do projeto, é também necessários indivíduos capazes de estudar e modificar a estação. Em vista disto, o CTA oferece oficinas [^EMM-tropixel] de introdução ao Arduino e de prototipagem de uma EMM[^EMM-tutorial]. O material de cada oficina realizada está disponibilizado[^EMM-eventos] para ser usado, estudado, modificado e redistribuido, de maneira que o conhecimento está aberto e acessível. Só em 2015 foram dadas mais de 12 oficinas sobre Arduino básico e prototipagem de uma EMM.
Para a criação de uma rede de coleta de dados é necessário também criar uma rede de cidadãos conscientes capazes de montar, calibrar e operar a EMM. Para o desenvolvimento do projeto, é também necessários indivíduos capazes de estudar e modificar a estação. Em vista disto, o CTA oferece oficinas [^EMM-tropixel] de introdução ao Arduino e de prototipagem de uma EMM[^EMM-tutorial]. O material de cada oficina realizada está disponibilizado[^EMM-eventos] para ser usado, estudado, modificado e redistribuído, de maneira que o conhecimento está aberto e acessível. Só em 2015 foram dadas mais de 12 oficinas sobre Arduino básico e prototipagem de uma EMM.
Os trabalhos desenvolvidos resultaram no artigo "Estações meteorológicas de código aberto: Um projeto de pesquisa e desenvolvimento tecnológico"[^ArtigoEMM], publicado na Revista Brasileira de Ensino de Física em Março de 2015. O artigo descreve de desenvolvimento da Estação Meteorológica Modular, a calibração dos sensores e a comparação entre medidas obtidas com o primeiro protótipo da EMM[^EMM-metereolog] e uma estação meteorológica do CEPSRM[^CEPSRM].
Os trabalhos desenvolvidos resultaram no artigo "Estações meteorológicas de código aberto: Um projeto de pesquisa e desenvolvimento tecnológico"[^ArtigoEMM], publicado na Revista Brasileira de Ensino de Física em Março de 2015. O artigo descreve de desenvolvimento da Estação Meteorológica Modular, a calibração dos sensores e a comparação entre medidas obtidas com o primeiro protótipo da EMM[^EMM-metereolog] e uma estação meteorológica do CEPSRM[^CEPSRM].
Atualmente as estações meteorológicas são construídas utilizando-se a plataforma de computação física Arduino[^arduino] uma distribuição GNU/Linux baseada no Debian chamada TropOS[^TropoOS] contendo interpretadores Python e servidores de dados, enquanto algumas partes estão sendo elaboradas com uma impressora 3D de código aberto e com a Fresadora PCB João-de-Barro[^FJDB]. A última versão desenvolvida[^EMM-meteorolog02] é capaz de monitorar temperatura, pressão, umidade relativa do ar e luminosidade e enviar os dados coletados para o site do CTA, onde os dados ficam disponiveis em domínio público. Os sensores atualmente utilizados são o LDR, para luminosidade, o DHT22, para temperatura e umidade relativa do ar, e o BMP085, para temperatura e pressão.
Atualmente as estações meteorológicas são construídas utilizando-se a plataforma de computação física Arduino[^arduino] uma distribuição GNU/Linux baseada no Debian chamada TropOS[^TropoOS] contendo interpretadores Python e servidores de dados, enquanto algumas partes estão sendo elaboradas com uma impressora 3D de código aberto e com a Fresadora PCB João-de-Barro[^FJDB]. A última versão desenvolvida[^EMM-meteorolog02] é capaz de monitorar temperatura, pressão, umidade relativa do ar e luminosidade e enviar os dados coletados para o site do CTA, onde os dados ficam disponiveis em domínio público. Os sensores atualmente utilizados são o LDR, para luminosidade, o DHT22, para temperatura e umidade relativa do ar, e o BMP085, para temperatura e pressão.
![Representação de protótipo da EMM](./figuras/vetoriais/board-proto.svg "Representação de protótipo educacional uma Estação Meteorológica Modular em protoboard")
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